Batalha de Capas: Em Chamas de Suzanne Collins

A Batalha de Capas de Jogos Vorazes foi um sucesso! Vamos agora ver as várias capas de Em Chamas. Para ampliar as imagens é só clicar nelas!  Quem quiser ler a resenha de Em Chamas no L&F, cliquem AQUI. 
Lembrando que amanhã dia 18/03 terá no Rio de Janeiro o evento do lançamento do Box de Jogos Vorazes na livraria Travessa no Barra Shopping às 16h. Eu e a Andresa vamos!


EUA: Capa linda, segundo me disseram ela significa que o tordo (Katniss) virou alvo da Capital depois dos eventos em Jogos Vozares! A capa em azul é da versão kindle. Tipo, eles trocaram porque o tordo voando livre é só em A Esperança.


EUA e Versão Kindle
  
Brasil: Mesma versão da capa dos EUA com o título maior. Não gostei do nome da editora em cima dos círculos.

Brasil
Espanha/México: Capa igual dos EUA com as devidas adaptações. Dessa vez colocaram citação da Stephenie Meyer dentro dos círculos. Ficou menos chamativo pelo menos.

Espanha/México
Portugal: Mesma capa dos EUA e mesmo título do Brasil. O problema aqui é que colocaram muitos textos na capa poluindo o layout. Não sei para que precisa de uma citação da Stephenie Meyer tão grande. E os versinhos abaixo do título "As faíscas inflamam,As chamas alastram E o Capitólio clama por vingança" parece chamada de novela. AFF

Portugal
Finlândia: Pegaram a capa original e fizeram uns efeitos de nuvens tempestuosas no alto. Até que gostei embora a fonte do título seja meio estranha.

Finlândia

Reino Unido: Senti falta das chamas. Essa capa me lembra mais o livro A Esperança do que Em Chamas.
Reino Unido


Holanda: Seguindo a linha da capa de Jogos Vorazes que fizeram, A Holanda coloca a Katniss com Chamas a sua volta. Até que ficou bonita.

Holanda

Polônia: Capa igual a dos EUA. Conseguiram deixar a capa limpa e nem tem outro texto além do título e do nome da autora. Adorei.

Polônia

República Tcheca: Mantiveram a capa dos EUA. Só que o logo da editora podia não ficar em cima dos círculos.

Republica Tcheca

Turquia: Mativeram a capa dos EUA.

Turquia
Itália: Aleluiaaaaaaaaa! Depois de colocar um bestante na capa de Jogos Vorazes, a Itália acertou colocando a capa original do livro. Mas já pensaou você ter na estante 2 livros da mesma série de capas tão diferentes? Argh.

Itália
Lituânia: Seguindo o estilo da capa de Jogos Vorazes, desta vez eles trocaram a cor das folhas para vermelho, lembrando das chamas. E as gotas de água uma tentativa de apagar o fogo (eu acho). Gostei.

Lituânia  

Capa Árabe: Ainda não descobri de que país com idioma árabe é esta capa. Mostra uma Katniss que parece rezar. Claro que não tem nada a ver com o livro.
 
Capa Árabe

Suécia: Essa Katniss ficou de um jeito que parece estar sendo assada num forno. Não gostei mesmo.
Suécia

Grécia: O tordo ficou muito grande, essa fonte do título estranha e o nome da autora podia ser de uma cor mais escura porque quase não vejo direito por causa da cor de fundo. Não gostei.

Grécia
Rússia: Continuando a linha romance que marcou época, a Rússia me faz essa capa. Cadê o clima de Massacre Quaternário gente?

Rússia

China: A capa da China continua me surpreendendo. Temos um lindo tordo e um local que pode ser a arena do Massacre Quaternário. Adorei!

China

Sérvia: Não entendi porque tem esse casalzinho sozinhos numa cidade. Não passa o clima desse livro, mas parece capa de um romance proibido. AFF

Sérvia
  
Tailândia: Depois da capa estranha de Jogos Vorazes, eles fizerarm uma capa legalzinha. Mas podia não ter tantos textos nela.

Tailândia

 
Romênia: Usaram a mesma modelo da capa de Jogos Vorazes só trocando da direita para a esquerda. E acrescentaram umas chamas. Não gostei da Katniss com essa cara de velha e essa chama está meio tosca para combinar com o resto da capa.

Romênia
 
Resultado:

Melhor Capa: EUA. A capa original é simples, linda e limpa. Fico com ela de novo.

A capa mais Bizarra: Capa Árabe. Desta vez eles se superaram na questão capa nada a ver.


Nos vemos em breve na Batalha de Capas de A Esperança!

 
OBS.: Não consegui encontrar as capas dos mesmos países da Batalha de Jogos Vozares, então não tem a do Japão e etc. Vocês podem ver o post da  Batalha de Capas Jogos Vorazes e comparar algumas capas AQUI.


Beijos, Érica Marts

Resenha: A Resposta - Kathryn Stockett


Título: A Resposta
Autora: Kathryn Stockett
Editora: Bertrand Brasil
Ano:2011
Páginas:574

Sinopse: Eugenia Skeeter Phelan terminou a faculdade e está ansiosa para tornar-se escritora. Após um emprego como colunista do jornal local, ela tem uma ideia brilhante, mas perigosa: escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas do Mississipi na década de 60. Mesmo com receio de prováveis retaliações, ela consegue a ajuda de Aibileen, a empregada doméstica que criou 17 crianças brancas, e Minny, que, por não levar desaforo para casa, já esteve por diversas vezes desempregada após bater boca com suas patroas. Uma história emocionante e estarrecedora onde a cor da pele das pessoas determina toda a sua vida.


A Resposta nos trás a história de três mulheres: duas empregadas domésticas negras e uma jovem branca de tradicional família rica.

Aibileen é empregada desde sua adolescência quando teve que largar os estudos para ajudar sua mãe a pagar as contas. Ela começa a trabalhar para a família Leefolt e cuidar de sua filhinha Mae Mobley, a 18ª criança que ela cuida. Ela sempre criou as crianças como suas filhas, dando carinho e ensinando o que era certo, até porque muitas mães mal davam atenção a eles, como é o caso de Mae Mobley. Aibileen perdeu seu filho que queria ser escritor há alguns anos e ainda não superou totalmente sua perda.
Sinto aquela semente amarga brotando dentro de mim, aquela que foi plantada no dia que Treelore morreu. Quero gritar alto para a nenezinha me ouvir que sujo não é uma cor, que doença não é a parte negra da cidade. Quero não deixar chegar aquele momento - que chega na vida de qualquer criança branca - , quando elas começam a pensar que pessoas de cor não são tão boas quanto as pessoas brancas. [Pág. 129]
Minny é o tipo de empregada que não gosta de levar desaforo para casa e apesar de ter aprendido com sua mãe que não se deve retrucar ou resmungar para seu patrão branco, ela não consegue evitar. E assim acaba sendo demitida por Hilly (aquela a qual todas as outras obedecem, a mais nojenta e preconceituosa das mulheres que aparecem no livro), que espalha um boato de que a empregada roubou sua prataria fazendo com que ela não arrume emprego em nenhum outro lugar. Ela tem 5 filhos e um marido que bate nela. Finalmente ela consegue emprego com Celia, que não é aceita por ninguém na cidade por ter se casado com o ex de Hilly. Ela é diferente de qualquer patroa branca que Minny já teve.
Voltei para casa aquela manhã, depois de ter sido despedida, e fiquei parada do lado de fora de casa, usando meus sapatos novos de trabalho. Os sapatos pelos quais minha mãe tinha pago o valor de um mês de conta de luz. Acho que foi aí que entendi o que era vergonha. E também a cor da vergonha. Vergonha não é escura, como pó, como eu sempre pensei que fosse. A vergonha é da cor do seu uniforme branco novo em folha que sua mãe pagou com o suor de noites a fio passando roupas para fora, branco sem nenhuma mancha de sujeira deixada pelo trabalho. [Pág 198]
Skeeter é uma jovem branca que acabou de voltar pra casa depois se formar na universidade. Ela é alta demais, inteligente, quer ser escritora e diferente de suas amigas ricas ainda não encontrou um marido. Sua mãe todos os dias a perturba por sua aparência e por não ter se casado ainda. Ela foi criada por Constantine, uma empregada negra que foi praticamente uma mãe para ela e que não trabalha mais em sua família, mas ela não sabe o motivo e ninguém quer lhe contar o que aconteceu. Aos poucos ela começa a ficar incomodada com algumas atitudes de suas amigas ricas e uma carta de uma editora a faz despertar para a ideia de escrever um livro sobre a vida das empregadas domésticas que trabalham para brancos. A partir daí ela tem que convencer empregadas a abrirem o bico sobre o que acontece quando estão trabalhando para seus patrões ricos. E assim todos passam a correr um enorme risco com o projeto.
- E todas essas casas que estão sendo construídas sem dependências de empregada? É simplesmente um perigo. Todo mundo sabe que elas transmitem doenças diferentes das nossas. [Pág. 17] 

- Foi exatamente por isso que criei o Projeto de Higiene para Empregadas Domésticas. Uma medida para prevenir doenças.

- Projeto... o quê?- Um projeto de lei que prevê que toda casa branca tenha um banheiro separado para as empregadas de cor. [Pág. 17]

[...] Quando não estiver fazendo cópias mimeográficas ou providenciando o café do seu chefe, olhe ao redor, investigue e escreva. Não perca tempo com as coisas óbvias. Escreva sobre aquilo que a incomoda, sobretudo se isso não incomoda mais ninguém. [Pág. 96]

A história se passa em Mississipi na década de 60. Época em que nada era bom para quem tinha a pele mais escura. Martin Luther King ainda iria correr atrás dos direitos deles. Temos conhecimento do primeiro negro sendo admitido em uma universidade. Brancos e negros não podiam ir aos mesmos locais e o simples fato de um negro usar o banheiro de um branco, era motivo de espancamento ou morte. Tudo era perigoso naquela época para “pessoas de cor” como eram chamados. Qualquer passo em falso poderia resultar em espancamento, morte, cadeia, etc.
“Leio quatro das vinte e cinco paginas, estupefata com a quantidade de leis que existem para nos separar. Negros e brancos não podem partilhar bebedouros, cinemas, banheiros públicos, estádios, cabines telefônicas, espetáculos de circo. Negros não podem usar a mesma farmácia nem comprar selos no mesmo guichê que eu. [...] Todos nós sabemos dessas leis, vicemos aqui, mas não falamos a respeito.” [Pág. 228]
Os capítulos são divididos entre as três personagens e mostra o dia a dia de cada uma, seus problemas pessoais e as situações das empregadas que não podiam fazer nada na época diante dos absurdos que seus patrões faziam. A narrativa é ótima, flui bem o tempo todo e apesar do livro ser enorme fica difícil parar a leitura!
“Faz tempo que não discutimos esse assunto, além do comentário de Winnie envolvendo línguas arrancadas, a verdade é que não conversamos sobre as consequências concretas, além das empregadas perderem seus empregos. Nos últimos oito meses, só pensamos em terminar de escrever o livro.” [Pág. 471] 
Devo admitir que o final me decepcionou. Isso porque eu estava lendo na maior empolgação doida para descobrir o que iria acontecer depois de certos acontecimentos e “bum” o livro acaba. Eu senti que faltou saber o que aconteceu com a maioria dos personagens no fim, mas acho que a ideia da autora foi que imaginássemos o final como desejássemos. E só por isso tirei meio coração da minha classificação rs.

É uma história comovente, inspiradora, triste, revoltante e também de coragem. Uma história que ficará marcada. Definitivamente todos deveriam ler!

PS: Assisti ao filme “Histórias Cruzadas” que baseado no livro e devo dizer que não chega aos pés do livro. Por isso sugiro que quem planeja ler o livro, LEIA ANTES DE VER O FILME! O filme é ótimo mas não foi como eu imaginava, ele perdeu detalhes muito bons do livro, mudou muita coisa e não passou a emoção que o livro passou. Portanto LEIAM o livro, depois vejam o filme. E quem já assistiu ao filme, pegue o livro para ler porque não tem comparação entre um e outro!
PS 2: Me desculpem pela resenha enorme =S

Beijos, Andresa

Concurso de Resenhas dos Leitores do L&F

Olá fofinhos. Queremos despertar o resenhista que está dentro de vocês  (se ainda não o fez). Vamos realizar o primeiro Concurso de Resenhas dos Leitores do Leituras & Fofuras.




Para participar é fácil, só precisam seguir umas regrinhas (quem não fizer estará automaticamente desclassificado, falo logo no começo pra não dizer que nem leram). Vocês vão ter 2 semanas e meia para enviar uma resenha inédita (que não deve ter sido publicada por você antes) e concorrer a prêmios. Vamos avaliar as resenhas e escolher 4, que serão postadas, uma a cada semana de abril. Cada resenha escolhida vai ganhar:

Semana  1: Kit de marcadores diversos;
Semana  2: Kit de marcadores diversos;
Semana  3: Kit de marcadores diversos;
Semana  4: Kit Um Homem de Sorte de Nicholas Sparks.


Regras (Por favor leiam direito para não chorar depois):

1 - Enviar uma resenha inédita (não pode ter sido publicada em nenhum outro blog ou afins) de 14/03 até o dia 31/03 para o email contato@leiturasefofuras.com;

2 - No e-mail que enviar a resenha deve conter obrigatoriamente:

No campo Assunto: Concurso Resenha Premiada do Leitor;
Seu nome completo, nome de seguidor do blog e e-mail; 
Nome do livro e autor, editora, número de páginas;
A resenha (óbvio);
A classificação da resenha (de 1 a 5 estrelas, que no Leituras & Fofuras serão transformados em corações):



3 - Pode ser resenhado qualquer livro que NÃO estiver nesta lista: LISTA DE LIVROS RESENHADOS NO BLOG. Queremos novas dicas de leituras que não foram postadas no blog!


4 - Tuitar ou divulgar no mural do seu Facebook a frase: 
Eu vou participar do Concurso de Resenha dos Leitores do @leiturasefofura e posso até ganhar o kit Um Homem de Sorte! http://kingo.to/11Dk

5 - Cada pessoa só pode enviar 1 resenha. 


Gente, ninguém nasce sabendo. Aprender é uma habilidade maravilhosa e você não sabe se é bom ou não até tentar.  Faz uma pesquisa no Google como se faz resenha, pergunta a alguém como se faz e vá a luta!


Observações: 

  • O prazo para envio de resenhas vai durar 2 semanas e meia (de 14/03 até o dia 31/03).
  • Depois que acabar o prazo de envio de resenhas, Eu, Andresa e a Renata vamos escolher 4 melhores que serão publicadas 1 vez por semana durante o mês de abril. 
  • Blogueiros podem participar do concurso, mas devem mandar obrigatoriamente o link de seu blog.
  • Os prêmios tem o prazo de até 30 dias para serem enviados.
  • Quem não seguir as regras será desclassificado sem dó.

Espero que participem bastante. Estamos ansiosas para lermos as suas resenhas!

Beijos, Érica Marts, Andresa e Renata

Sessão Pipoca: A Invenção de Hugo Cabret



Título no Brasil: A Invenção de Hugo Cabret 
Título Original: Hugo
Elenco: Asa Butterfield, Chloe Moretz, Jude Law, Helen McCrory, Ben Kingsley, Emily Mortimer, Christopher Lee, Sacha Baron Cohen, Ray Winstone.
Direção: Martin Scorsese
Gênero: Aventura
Duração: 127 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Estreia: 17 de Fevereiro de 2012

Sinopse: Hugo é um garoto de 12 anos que vive em uma estação de trem em Paris no começo do século 20. Seu pai, um relojoeiro que trabalhava em um museu, morre momentos depois de mostrar a Hugo a sua última descoberta: um androide, sentado numa escrivaninha, com uma caneta na mão, aguardando para escrever uma importante mensagem. O problema é que o menino não consegue ligar o robô, nem resolver o mistério. 


A Invenção de Hugo Cabret é baseado no livro “The Invention of Hugo Cabret” de Brian Selznick.
Com a chegada do Oscar (sou viciada em premiações) resolvi tirar um tempo para assistir alguns dos filmes indicados. 

O filme nos leva a Paris nos anos 30. Hugo (Asa Butterfield) e seu pai (Jude Law) consertavam relógios e aparelhos eletrônicos. Seu pai trabalhava no museu e um dia levou para casa um autômato (espécie de robô) que ninguém dava importância por lá para que ele e o filho pudessem consertar e dar vida. Antes que eles pudessem terminar o trabalho seu pai morre num incêndio. Ele fica órfão e tem que ir morar com seu tio na estação de trem. Seu tio trabalha nos relógios da estação e ensina ao menino tudo o que sabe e some de sua vida, deixando o menino sozinho na estação. Para sobreviver Hugo Cabret, rouba comida dentre outras coisas e vive sempre escapando do inspetor e seu cão que fica atrás de crianças órfãs para serem levadas ao orfanato.

Ele acredita que deve consertar o robô para que receba uma mensagem de seu falecido pai. Para isso começa a roubar pequenas peças da loja de Papa George (Ben Kingsley) e sua afilhada Isabelle (Chloe Moretz) para fazê-lo funcionar de novo. Ele está em busca de uma chave no formato de um coração que acaba encontrando onde menos esperava. Aos poucos ele conquista os dois e com ajuda de Isabelle e o robô descobre que Papa George é na verdade George Melies, um cineasta muito famoso antigamente. Eles fazem George lembrar seu passado e de sua importância para o cinema, algo que ele quis deixar para trás.

O filme tem uma bela história e os atores são ótimos. Cada um com seu problema pessoal na história e superando ao passar do tempo. O filme mostra em parte a história do cinema e como tudo começou.

O interessante é que George Melies foi um dos percussores do cinema e dos efeitos especiais de verdade. Inclusive são exibidas cenas de seus filmes como Viagem à Lua, um dos destaques exibidos em A Invenção de Hugo Cabret.

Vale a pena conferir! Martin Scorsese dá uma aula de direção.

O filme foi indicado a 11 Oscars e ganhou 5: Melhor Fotografia, Direção de Arte, Mixagem, Edição de Som e Efeitos Visuais.




Trailer Legendado do Filme



(PS: esse post foi feito antes da premiação e ajustado depois com os prêmios que ele recebeu).


Beijos, Andresa

Resenha Internacional: Under The Never Sky - Veronica Rossi

Título: Under The Never Sky
Autora:Veronica Rossi
Editora:HarperCollins
ISBN:9780062072030
Ano: 2012
Páginas:400

Sinopse: Desde que esteve do lado de fora, ela sobrevivei a uma Tempestade Aether, ele teve uma faca contra seu pescoço e viu homens sendo assassinados. Isso era pior.


Exilada de sua casa, a cidade cercada Reverie, Aria sabe suas chances de sobreviver no deserto exterior - conhecido como Death Shop - são escassas. Se os canibais não a pegarem, as violentas, eletrificadas tempestades de energia irão. Foi ensinado a ela que o próprio ar que ela respira pode matá-la. Então Aria conhece um Outsider chamado Perry. Ele é bárbaro - um selvagem - e sua única esperança de permanecer viva. Um caçador de sua tribo em uma paisagem impiedosa, Perry vê Aria como protegida e frágil - tudo que ele esperaria de um Dweller. Mas ele precisa da ajuda de Aria também; ela sozinha detém a chave para sua redenção.


Opostos em quase tudo, Aria e Perry devem aceitar um ao outro para sobreviver. Sua improvável aliança forma um vínculo que irá determinar o destino de todos que vivem sob o céu do nunca. (Tradução livre por mim)


Quando fiquei sabendo desse livro fiquei louca para ler, vi comentários positivos e sou louca por distopia e essa parecia ser ótima! Devo dizer que no inicio da leitura tive dificuldade de entender muita coisa, mas com o passar das páginas as coisas foram sendo explicadas.


O mundo criado por Veronica, é algo que nunca imaginei, algo realmente novo pra mim! Conforme a leitura nos deparamos com várias invenções criadas pela autora e aos poucos vamos descobrindo suas funções. Para que possam entender melhor o mundo criado por ela, vou especificar algumas coisas que podem ser importantes para que não fique sem entendimento.


Reverie é uma cidade cercada, com grande avanço tecnológico onde as pessoas usam um aparelho, Smarteye, que é utilizado para se comunicar e entrar nos Realms, que são mundos virtuais onde  eles podem explorar sem estar realmente lá. Eles não conhecem o mundo lá fora, que é completamente diferente do que eles vivem. 


Death Shop é como eles chamam o mundo lá fora, local de grandes perigos, com tempestades de energia que destoem tudo (Tempestade Aether), um local primitivo onde vive boa parte da população. Lá vivem os Outsiders. Alguns deles são marcados e recebem dons. Eles podem ser Seers, Scires ou Audiles. Os seers são “videntes” e enxergam melhor que a maioria das pessoas. Os Scires têm os sentidos apurados e podem sentir as emoções das pessoas. E os Auds ouvem de uma distância muito longa. Além deles temos os Blood Lords, que são os comandantes das tribos.
Isso foi surreal. Havia pessoas que podiam sentir emoção e ouvir os pensamentos. O que seria o próximo? [Pág. 184]

Há mais de uma semana Aria não consegue contato com sua mãe Lumina, uma cientista que trabalha para o governo de Reverie, onde moram, e resolve ir atrás da mãe para descobrir o que aconteceu. Ela vai com sua melhor amiga e três colegas, mas a jornada acaba mal e Aria é atacada, sendo quase morta. Ela é salva por Perry, um outsider, que conseguiu entrar em seu mundo. Ele a deixa em um local seguro, pega seu smarteye (que contém 2 importantes arquivos) e volta para sua terra. Aria sem saber o motivo é banida de Reverie e jogada no Death Shop, onde terá que fazer de tudo para sobreviver.

Aria sabia que ela não poderia sobreviver neste mundo contaminado. Ela não tinha sido projetada para ela. A morte era só uma questão de tempo. [Pág. 69]

Conhecemos o mundo de Peregrine (Perry). Ele tem um sobrinho, Talon, que perdeu a mãe faz pouco tempo por uma doença e também já possui os sintomas que sua mãe tinha. Vale, irmão mais velho de Perry e pai de Talon, é o Blood Lord da tribo deles. Algo que Perry sonha ser desde sempre e a tensão entre eles só piora a cada dia. Ao ter seu sobrinho sequestrado pelo pessoal de Reverie, ele fará de tudo para salvá-lo.



E é assim que Perry e Aria se encontram de novo e a tensão criada por esse encontro é ótima. Ambos querem a mesma coisa, encontrar um ente querido. E assim, com relutância viram aliados. Ele para conseguir Talon de volta e Aria para voltar a Reverie e encontrar sua mãe.
- Como você magoa alguém que você ama assim?- As pessoas podem ser mais cruéis com aqueles que amam. [Pág. 281]
Os dois personagens são muito bem construídos pela autora. Aria depois de sair de seu mundo virtual cresce muito e se torna mais humana a cada dia que passa no mundo real. Perry é corajoso e faria de tudo para salvar aqueles que ama. Com o passar do tempo vão conhecendo melhor um ao outro e seus mundos tão diferentes.

- Ele está quieto porque ele está pressentindo as emoções. Perry não confia em palavras. Ele já me disse o quão frequente as pessoas mentem. Por que ele iria se incomodar em ouvir palavras falsas quando ele pode respirar e obter o direito à verdade?- Porque as pessoas são mais do que emoções. As pessoas têm pensamentos e razões para fazer as coisas. [Pág. 184]
Eu amei tudo nesse livro! O fato de não existir aquele romance no estilo: “Ei, acabei de te conhecer e me apaixonei por você” foi ótimo porque os sentimentos foram crescendo aos poucos, até porque não tinha como ser de outra forma. O livro é em 3ª pessoa e os capítulos divididos entre Aria e Perry o que amei, pois vemos a perspectiva de cada um deles ao decorrer do livro.

- Há outras coisas que eu prefiro fazer quando eu estou sozinho com você.- Então faça. [Pág. 296]
Até o final descobrimos muito sobre os personagens e alguns segredos são revelados, mas não é explicado muito dessa sociedade que governa Reverie, pois o livro ficou mais focado no Death Shop, mas acho que nos próximos livros isso poderá ser abordado. Afinal é uma trilogia =)

Recomendo e estou louca pela continuação "Through The Night Ever" que ainda não tem data de lançamento!



Capas pelo Mundo



Lembrando que o livro teve os direitos comprados pela Editora Prumo, ainda sem data de lançamento por aqui.

Aproveitem e vejam a entrevista que fiz com a autora, que nasceu no Rio de Janeiro: Conhecendo a Autora Veronica Rossi.

PS: Sinopse e quotes traduzidos livremente por mim. Não sou muito boa para traduzir o que leio em inglês, mas fiz o melhor que pude pensando naqueles   que não entendem inglês para que pudessem ter uma noção.


Beijos, Andresa.

Na Caixinha do Correio da Érica #3

Bom, minha última Caixinha teve o que recebi até 18/02/2012. Com o Carnaval eu esperava que mais nada chegasse nos últimos dias de Fevereiro mas chegou mais uma coisa. Vejam também o que eu recebi e comprei neste começo de Março. Para ler as sinopses dos livros no Skoob clique nos títulos. E para ampliar as fotos é só clicar nelas!



Kit A Jornada + Kit de marcadores


Ganhei o kit A Jornada e o Kit de macadores em um quiz via Twitter da Mary Paixão do blog Muito Pouca Crítica. Muito obrigada!!!  

Fushigi Yugi

 
Finalmente eu e Andresa fizemos um tour pelos sebos no centro do Rio de Janeiro. Foi uma completa decepção. Os poucos livros que eu queria e encontrei estava o preço de um livro novo em sites por aí. Minha única compra foi 13 volumes do mangá Fushigi Yugi que estavam R$1,00 cada. Eu estou tentando completar minhas coleção de mangás e agora falta pouco para Fushigi Yugi (*suspira* pelas capas que tem o Nakago...). Enfim, mas vale comprar novo do que ir em sebos no centro do Rio.


Feirinha de Livros Anual



Num bairro próximo onde moro sempre tem uma feira anual de livros novos e usados a céu aberto. Encontrei algumas coisinhas de R$5 a R$15 e fui a falência. Enfim, encontrei os 2 primeiros livros da série Clube das Mulheres Contra o Crime do James Patterson: 1° a Morrer e 2° Chance. Agora falta os livros 3° Grau, 4 de Julho e 5° Cavaleiro pra completar a coleção. Corrente Sanguínea que queria ler faz tempo. Consegui o volume 2 da série Eragon, Eldest. Agora falta o volume 1 e 4. O Céu Vai Ter Que Esperar, estava doida por este livro. Cidade Penumbra, outro livro com sinopse muito interessante. O Grito da Terra do Gelo, mais um livro da Rocco que nunca ouvi falar mas gostei da sinopse. E pra terminar O Novato de R.L. Stine. Muito melhor que os sebos do centro do Rio.


Em uma terceira visita achei uma banca vendendo 3 livros por R$10 e a maioria dos livros eram da Rocco. Resultado: Comprei até 2 livros que a Andresa pediu (não são esses da foto). Guerra Mundial Z (vai virar filme em breve), Caçada ao Predador (um livro da série Alex Cross de James Patterson), O Surpersticioso e O Alquimista (comprei só pela capa nem tinha lido a sinopse HAHA).


Círculo Secreto de L. J. Smith


Era o último livro que faltava dos 7 que ganhei na promoção de aniversário do blog Minha Estante em 25/12/2011. Torço para a série de TV ser cancelada mas vou dar uma chance ao livro. Muiro obrigada a Galera Record que enviou o livro e ao Bruno.


Perversas de Sarah Shepard
Perversas e Minha Coleção
Ganhei num desafio de aniversário do blog Eu Leio, Eu Conto, que era montar e enviar primeiro um quebra-cabeça montado. Sou péssima nessas coisas mas dessa vez dei sorte da minha internet não cair e consegui ser rápida. Agora falta Destruidoras e Impiedosas para completar minha coleção. Muito obrigada Cibele!

Alta Tensão e Quando Ela Se Foi de Harlan Coben


Ganhei pela 1° vez no tal Rafflecopter no blog Confissões Literárias e logo  2 livros de uma vez: Alta Tensão e Quando Ela Se Foi. o/ Muito obrigada a Mari e a editora Sextante que enviou os livros! 




A Vida Quer é Coragem de Ricardo Batista Amaral


A Vida Quer é Coragem eu ganhei na promoção de aniversário do blog Segredos Que Ferem. Na verdade eu participei feito louca pra ganhar outro livro e acabei ganhando esse que nunca ouvi falar antes...Acontece. Muito obrigada a Márcia e a editora Sextante que enviou o livro.

Trocas de Marcadores e Etc

Troca de marcador que fiz com a Samantha do blog Biblioteca Empoeirada.  Estou procurando os marcadores da série Percy Jackson e fiquei muito feliz de conseguir esse. Muito obrigada.

Kit de marcadores que ganhei por ter ficado em 3° lugar na gincana do blog Estante dos Sonhos. Muito obrigada Nath!

Troca de marcadores que fiz no grupo do Skoob. Finalmente tenho o marcador de Assassin's Creed, outra versão do marcador de A Maldição do Tigre (*Ren*) e Além da Vida. Os outros vieram de  brinde. Outra troca que fiz, queria muito esse marcador enorme da Richelle Mead e do Dexter.


Tinha enviado alguns marcadores de presente para a Vanessa do blog Nessa News e ela retribuiu me mandando esses marcadores. Muito obrigada!


Gostaram? Espero receber alguns livros que ganhei em promoções nos próximos dias porque comprar livros são palavras proibidas para mim a partir de agora.


Beijos, Érica Marts

Batalha de Capas: Jogos Vorazes de Suzanne Collins

Faltando poucos dias para a estreia mundial do filme de Jogos Vorazes vamos fazer uma Batalha de Capas especial do livro. Eu e a Andresa estaremos na pré-estreia do Rio de Janeiro no dia 22/03 e contaremos tudo a vocês depois! Se ainda não leu a resenha que o L&F fez cliquem AQUI. Cliquem nas imagens para ampliá-las. Que os Jogos Vor... ops, que a  Batalha de Capas comece!

EUA: Capa simples e cheia de significado. Segundo o que disseram no evento de Em Chamas no Rio de Janeiro, o tordo (Katniss) está nesta zona que representa a arena. A cor preta deve representar o luto pelas várias mortes (eu acho). Tem também a versão do filme da capa, em que o tordo pega fogo, relembrando a cena clássica da Garota Quente (vlw Rocco pela tradução de filme pornô) ou Garota em Chamas na tradução de Em Chamas e A Esperança. Linda demais.

EUA

Brasil: Mesmo modelo da capa americana exceto a tradução do título que virou "Jogos Vorazes". Até concordo que "Jogos de Fome" ia ficar estranho mas faz  mais sentido para a história do que o vorazes.

Brasil

Espanha/México: Mesma capa dos EUA mas mudaram o tom de cinza dos aros ficou mais forte e o título e nome da autora são cinza em vez de branco perdendo destaque. Pelo menos traduziram o título ao pé da letra mas no geral não gostei muito.

Espanha/México

Portugal: Mesma capa dos EUA mas poluíram bastante o layout com um monte de textos. E essa citação da Stephanie Meyer é dispensável. Veja bem, eu gosto da série Crepúsculo mas já tem muitos livros com citações dela, me parece que é a única autora do mundo que faz citações. Até que o  título "Os Jogos da Fome" ficou bom. Mas sonoramente (e com menos estranhamento) Jogos Vorazes ficou bem melhor.

Portugal

Bulgária: Mantiveram a capa dos EUA mas mudaram a fonte e a cor do título. Não gostei desse cinza.

Bulgária

Finlândia: Mesma capa dos EUA mas mudaram a fonte do título e do nome da autora, além de acrescentar uma espécie de textura nas pontas da capa. Podia até dar certo se não fosse o título que não ficou em harmonia com os outros elementos da capa.

Finlândia
Reino Unido: Lá teve 2 versões da capa, uma com a Katniss e outra com o Peeta. Até que o desenho dos dois ficou bom e a fonte do nome também. Mas compraria só o livro com a Katniss. Tipo eu sou #TeamKatniss, nada de #TeamPeeta.

Reino Unido

Holanda: A capa dos EUA realmente fez sucesso porque vários países a adotaram. Mas tinham que estragá-la pintando o fundo de azul escuro e metalizando o título?

A outra versão da capa da Holanda ficou bonita mas me lembrou na hora um romance do tipo livraria. A Katniss se esconder na selva é válido mas cadê o clima tenso da arena? Essas folhas laranjas do outono me lembra tardes com piquenique, romance, ou seja nada a ver com o livro.

Holanda

Polônia: Mesma capa dos EUA, só que o nome da editora "Media Rodzina" podia ficar no cantinho e não em cima do desenho. E reparem que eles colocaram uma linha vermelha em cima do nome da autora tampando a citação original em inglês.

Polônia

República Tcheca: Capa igual a dos EUA exceto pelo título diferente. Isso em vermelho acho que é um subtítulo. Até que não ficou tão ruim o título em azul claro mas esse vermelhão "Aréna Smrti" ficou feio.

República Tcheca

Turquia: Capa dos EUA adaptada. Deram uma clareada no Tordo e o logo da editora em cima do desenho não ficou bom. Mas comparado com outras até que está razoável.

Turquia

Itália: Realmente não compraria os livros da Itália porque a cada Batalha só tem capas feias. Dessa vez eles pegaram um bestante, escreveram o título numa fonte legal com o tordo do lado. Preciso mesmo dizer que ficou feio?

Itália

Lituânia: Katniss se escondendo na selva foi uma boa idéia e o conjunto ficou bonito. Tirando o sangue que ficou meio falso eu gostei da ousadia de mudar a capa.

Lituânia

Capa Árabe: Nem me pergunte de que país porque eu não achei. Logo que vi esa capa pensei na Katniss em uma danceteria à noite. Acho que tentaram passar a idéia dela presa na arena como uma gaiola mas não funcionou para mim.

Capa Árabe

Japão: Eles e sua mania de transformar capas de livros em mangás. Essa ficou muito ridícula e ainda ficou parecendo com Os Cavaleiros do Zodíaco (que amo mas não tem nada a ver com Hunger Games). Totalmente sem noção.

Japão

Suécia: Katniss se escondendo numa camuflagem. A idéia foi boa mas esse título estilo jogos de videos game não ficou bom. A outra versão da capa ficaria melhor no livro Em Chamas. Ficou bonita mas esse logo da lua se destaca demais por causa da cor.

Suécia

Grécia: Eles destacaram bem o tordo e o título abaixo. A textura cinza cria um clima sombrio. Até que gostei.

Grécia
Rússia: Golpe baixo colocar na capa logo essa linda cena do filme do casalzinho Katniss e Peeta. As #TeamPeeta piram vendo essa capa. Mas Jogos Vorazes NÃO é romance. Quem compra isso pela capa deve esperar algo como A Última Música. Que propaganda enganosa.

Rússia

China: Katniss e Peeta correndo pela arena. Lindo demais. E o tordo sobre a cabeça deles simbolizando sua luta pela vida. Muito bonita.

China
Macedônia: Esse tordo está lindo mas essa Katniss com pose de Exterminador do Futuro quando chega nu a Terra ou Rihanna no clipe de Umbrella. Ficou péssimo.

Macedônia

Coréia: Segue a linha da capa dos EUA mas mudou o título pra um fonte bonita até. Mas essa grande faixa dourada no livro estragou o efeito.

Coréia

Sérvia: Por que tem esse grupo de 5 pessoas na capa? É Jogos Vorazes não Jogos da Amizade. Tá certo que alianças foram feitas mas não passa o clima do livro esse grupinho de amigos de acampamento. E é muito parecida com as crianças que aparecem na capa do livro Gone.

Sérvia

Tailândia: Essa capa me lembrou aqueles vídeo games antigos em que os personagens eram feitos de pontinhos. E essas 2 flechas de índios querem dizer o que? Tá a Katniss atira flechas mas qual o significado disso nesta capa em geral?

Tailândia

Romênia: Outra capa totalmente diferente. Essa Katniss está com cara de velha e esse símbolo JF ficou bem feio. Todo esse brilho sai desse broche por que?

Romênia

Resultado:

Melhor Capa: EUA. Tudo começou com essa capa simples, linda e limpa. Todas os outros foram atrás e a copiaram merecidamente!

A capa mais Bizarra: Japão. Eu amo mangás mas capas de mangás são para mangás, não um livro comum.

OBS.: Gente, são mais de 30 capas diferentes de Hunger Games, para não ficar um post gigante dei preferência para as mais diferentes da original. E a maioria dos países mantiveram a capa dos EUA com algumas modificações.


Beijos, Érica Marts